02 outubro 2006



Mar meu confidente


Mar, meu confidente, meu amigo

Não se revolte ao sentir minhas lágrimas, caindo sobre as ondas que são seus braços

Peço-te não magoes,nem atires teus braços com violência contra quem não tem culpa

Não estejas violento peço-te

Não vais de encontro aos rochedos

Não atires tua raiva contra a areia

Não chores não te lamentes

Deixa que o faça sozinha

Pois a tua revolta, o teu murmúrio bravio, apavora os inocentes

Deixa que as minhas lágrimas, caem sobre ti

Não sintas revolta pela causa do meu sofrimento

Continuarás eternamente meu confidente

Peço-te que te acalmes, fica sereno

Para que a leve gaivota, em ti possa pousar

Quem sabe se ás máguas que a ti confio

As quais tão bem sempre as soubeste guardar

Está frágil ave , para longe as possa levar

Para que na minha vida , o sol volte a brilhar

Muchia/Margarida Tanque

2 comentários:

manu disse...

São palavras carregadas de sentimentos.Sem saber bem por onde começar há 1 coisa da qual tenho certeza...podes contar comigo tens o meu ombro amigo no qual te podes apoiar,com muito carinho jokinhas boa semana amiga 8o)

Anónimo disse...

Obrigado pela passagem no meu blog! farto-me de passar por aqui adoro o template he he, se precisar de mais alguma coisa é so dizer ok?
bjks grandes e boa semana