31 dezembro 2006
16 dezembro 2006
17 novembro 2006
Nunca te vi…
Mas sei que existes.
Estás tão longe… tão distante de mim
Não és uma presença constante
Mas fazes parte do meu mundo
Não é necessário estares sempre presente
Para seres uma boa amiga
Basta que não me abandones quando preciso de ti
Sei que posso contar contigo
Não estás presente, mas sei que estás comigo
Sinto-to nos momentos que estou só
As tuas palavras, essas correm em meu auxílio
Destruindo a angústia que envolve meu ser
Tu que aparentas ser tão frágil
Que reconheces a face dolorosa da vida
Não te rendeste ao desespero, enfrentaste-o
Superaste os obstáculos que a vida te obrigou a transpor
Tu, árvore da vida, pequena mas de raízes profundas
Resististe à tempestade que assolou a tua vida
Não te deixaste abalar, algo te deu força
Quiçá não fora o rebento que nasceu de ti
Que a teu lado cresce sádio e viçoso
Mulher coragem que olha o futuro
Tu que estendes a mão aos mais frágeis
Os que não têm forças para lutar
Trazendo-lhes um futuro, que deixara de ter sentido
Para eles és uma referência, transmites-lhes confiança
Fazendo prevalecer a grande frase
Enquanto à Vida à Esperança
Com carinho para a amiga do peito Manu
16-11-2006-Margarida Tanque/ Múchia
03 novembro 2006
Dia chuvoso, tarde sombria
Mar revolto, ondas bravias
Gaivotas fugidias, canoas balouçando
Deixando-se levar, num baloiçar estonteante
Ora para um lado, ora para outro
O céu escuro, cinzento ameaçador
As nuvens parecem fantasmas, distorcidos pelo vento
Estas pairam sobre o mar, sobre a terra
O vento fustiga meu corpo, parecendo querer me tirar dali
Não querendo que descubra toda a sua maldade
Seguro-me com toda a minha força
E deixo que este me sacuda, sinto-o frio, tão frio que dói em meu rosto
Eu ali… naquele cais deserto, tão a mercê do tempo
Respiro, e sinto que inspiro um ar fresco e frio que desperta meu âmago
Que sensação de liberdade, todo aquele mundo ali só para mim
De relanço olho para a entrada do cais e sinto que tenho mais …
Mais que aqueles que estão para além deste…partilhando espaços
Eu tenho todo este cais só para mim, embora deserto
Sento-me possuidora de um tempo, de um espaço de um momento
Um suspiro de alívio sai de mim…fecho suavemente os olhos
Que paz um enternecimento envolve meu ser
Apenas oiço o uivar do vento, o rebentar das ondas…
Os gemidos das amarras fustigadas pela ondulação, cedendo e lutando
Deixa transparecer o esforço que estas fazem para manter presa a embarcação
Tal como elas, meu corpo reclama do corrupio em que vive
Uma constante de lutas e cedências para segurar a vida
Passo a língua nos meus lábios secos pela maresia… tento humedece-los
Um sabor a sal, este o sabor da liberdade que sinto neste momento
Bem diferente daquele que a vida me tem habituado o sal das lágrimas
Lágrimas de um coração ferido e magoado por amar sem ser amado
Não posso fugir. Tenho de ir, ficarás deserto e abandonado
Tenho de seguir minha estrada em busca da felicidade.
Margarida Tanque 08-10-2006
18 outubro 2006
Lá fora um misto de verde sobressai das árvores e arbustos
Uma onda melancólica toma conta de mim
Por breves momentos fez-me sonhar
Penso em ti, no nosso amor tão verde como todo este que aqui vejo
Sinto-me feliz, dos meus lábios nasce um leve sorriso
Dois pássaros chilreando esvoaçam de ramo em ramo
Ai!...se soubesse voar ser tão leve quanto eles, voaria para ti
Que silencio, a brisa fresca traz-me o cheiro que flúi de todo esse verde
Fragrâncias diversificadas entre elas o pinho, o eucalipto as laurácias...
Como desejo ter-te aqui!...sentir-te ao meu lado
Olho e vejo um rasgo profundo todo ele ladeado de arbustos e musgos
É a ribeira que com a força das águas abriu uma brecha no solo
Tu és a brecha que rasga meu peito e atinge meu coração
Vejo a agua correr suavemente em seu leito deslizando suavemente
Sinto que tu no teu todo deslizas em todo meu ser
O sol vem de mansinho…não sei, mas acho-o hoje com um brilho especial
Não o sinto muito quente mas sim mais brilhante que nunca
Será?...Ou é o brilho que existe no meu olhar que me faz vê-lo de forma diferente
Sobressalto, o toque do telefone traz-me à realidade
O pensamento por hora terminou. Não será por muito tempo
Sei que ele voltara, ainda bem porque preciso dele
Com ele sou feliz, pode parecer pouco
Não é aquilo que desejo, mas é o que posso ter
Continue pensando em ti, sabia que este meu pensamento voltaria
Tu fazes parte da minha vida, dia e noite, noite e dia
Mentiria se dissesse que o pensamento me basta
Não… não basta. Preciso de mais, quero sentir-te presente
Sei que isso não é possível, pelo menos de momento
Daí me contento com pouco, te amando em pensamento.
Margarida Tanque-Muchia 18-10-2006
11 outubro 2006
10 outubro 2006
Amor, tu és meu Sol
Como o Sol com seu brilho, dá luz ao mundo
Tu dás brilho e cor à minha vida
Tal e qual este com seus raios acolhe o mundo e o aquece
Tu com teus braços aconchegas-me, ao teu peito e dás-me calor
Não sei viver sem ti
Sem ti minha vida seria cinzenta
Dos meus olhos cairiam lágrimas
Tal como gotas de chuva deslizando do meu rosto
Tua voz uma suave brisa de Primavera
Tua presença leve passáro saltitante
Deixando inquieto meu coração
Teu sorriso uma lufada de ar fresco
Ar esse que alimenta minha vida
tudo isto faz de ti um mundo
Sim um mundo, Meu mundo de amor
14/02/2006 Múchia
02 outubro 2006

Mar, meu confidente, meu amigo
Não se revolte ao sentir minhas lágrimas, caindo sobre as ondas que são seus braços
Peço-te não magoes,nem atires teus braços com violência contra quem não tem culpa
Não estejas violento peço-te
Não vais de encontro aos rochedos
Não atires tua raiva contra a areia
Não chores não te lamentes
Deixa que o faça sozinha
Pois a tua revolta, o teu murmúrio bravio, apavora os inocentes
Deixa que as minhas lágrimas, caem sobre ti
Não sintas revolta pela causa do meu sofrimento
Continuarás eternamente meu confidente
Peço-te que te acalmes, fica sereno
Para que a leve gaivota, em ti possa pousar
Quem sabe se ás máguas que a ti confio
As quais tão bem sempre as soubeste guardar
Está frágil ave , para longe as possa levar
Para que na minha vida , o sol volte a brilhar
Muchia/Margarida Tanque
01 outubro 2006
Dedicado ao idoso no deu dia-01-10-2006Enciclopédia Viva
Acordei...
Dei por mim… a pensar em ti
Em todos aqueles que hoje se revêem neste dia
Tu, e outros sabem que este dia existe por isso estais aqui
Mas infelizmente existe quem pense, que amadurecer é deixar de viver
Não penses assim… porque nada acontece por acaso
As rugas, os cabelos brancos, são uma dádiva que te é atribuída pelo tempo
Cada ruga, cada cabelo branco, são os trilhos que percorreste para aqui
Chegar
Orgulha-te de seres menos jovem, porque adquiriste o estatuto de
Enciclopédia viva
Tu és o alicerce da família, a sua referência, toda ela evoluiu através de ti
Se o alicerce é forte ela nunca sucumbirá
Não aceites nunca que a tua vida terminou, onde a deles começou
Tu és a estrela guia que muitos irão seguir
Não penses nunca que a tua tarefa terminou
.
Cabe-te a ti, mostrar aos jovens que a vida é vivida por etapas cada uma
Mais rica que a outra.
Deixa que ao olharem para ti apercebam-se que o ser humano enquanto
Tiver vida
Estará eternamente em busca da felicidade.
Hoje se olhares para ti, sentir-te-ás um vencedor
Venceste os obstáculos da vida, e vencerás outros que possam surgir
Não deixes que o sorriso em ti se apague, porque ele ilumina teu rosto
Deixa sair cá para fora o jovem que tens dentro de ti
O mundo é um…e como tal, não existe um mundo só para vós
O mundo é vida… a vida somos nós, ela não tem idade
É para ser vivida em paz, amor e tranquilidade
Porque dependeu, de vós menos jovens a continuação da humanidade
Vamos dar as mãos neste dia e desejar que prevaleça no mundo
A paz o amor e a amizade para que o menos jovem pela família deixe de
Ser abandonado
Passando a ser um bem precioso e como tal preservado para que do seu
Rosto o sorriso jamais seja apagado.
Muchia/Margarida Tanque
19 setembro 2006

14 setembro 2006
Medo de Chorar
Não tenha medo de chorar, se sentir saudade
Se não o fizer deixe, a natureza o fará por si
Fique sabendo que a chuva, é as lágrimas , daqueles que não sabem chorar
Não fique triste, se tiver que chorar chore...
Não esqueça esxiste sempre alguem, algures no mundo chorando também
Não és o unico, chora o coração de mãe, chora o infeliz até a criança
Os amantes choram, porque alguem lhes feriu o coração
Lembre-se depois da chuva, vem o sol
Esqueça esse dia passou, a chuva secou, e o sol brilhou
Nos teus olhos as lágrimas secaram
Tudo passou, no seu coração não existe mais dor
Múchia/Margarida Tanque
Brisa Sussurrante
Brisa que levemente afagas meu rosto
Sei!...Contigo vem a saudade de alguém
Saudade essa que mora em meu peito também
Sim diz, conta-me...
Podes sussurrar ao meu ouvido, as palavras que lá ao longe ouviste
Falava de mim...deixa que adivinhe
Sei!...
Suspirava olhando o mar, seus olhos estavam tristes
Seu olhar distante perdido
Deixa que te confesse, oh brisa sussurante
É esse. Esse mar a causa do seu olhar triste, de tanta saudade em seu peito
Éa sua imensidão que nos aprisiona, separando nossos corações
Oh brisa, como trouxeste leva...leva contigo a minha esperança a força
A força de quem ama
Afaga seu rosto., e tu leve brisa leva meu beijo, e deixa-o em seus lábios
Meu beijo doce e sussura em seu ouvido que este coração distante o ama e amará
eternamente.
Margarida Tanque-Muchia

Renúncia à morte
Morte, tu que sempre me apavoraste
Sempre temi ver teu rosto
Essa tua face descolorida, de um corpo à tua mercê
Face encerada, um corpo vazio
De lá sairam, todos os belos sentimentos da vida
Luz , amor, carinho, cor vida
Sim vida... lufada de ar fresco
Nada disto faz parte de ti
Porque me persegues? afasta-te de mim...
Sabes, estou a habituar-me à tua sombra
Já não sinto medo de ti
Por momentos sentir-te perto tornou-se o meu refúgio
Porquê? porquê pergunto-me. Como posso sentir, calma, paz, serenidade ao sentir-te perto
de mim, se tu sempre me apavoraste
Não!...não te aproveites da minha fragilidade, de estar a deixar-me morrer por dentro
Deixa que lute pela vida, porque assim não serás vencedora, aceitando-me de braços abertos
Não... não me queiras a correr para ti, deixa que lute pela vida, por aquela que ainda não vivi
Afasta-te.Não te quero como amiga
Preciso viver, não me causes fascínio
Quero-te bem longe ...longe do meu caminho.
Múchia-Margarida Tanque
13 setembro 2006

Solidão
Diz-me a razão… Quero saber?
Porque fazes questão de me acompanhar
Não te vejo, mas sinto-te presente
Não és boa companhia porque não te vás…
Contigo não vejo o brilho do sol
Deixei de reparar na magia da lua
Nem as estrelas vejo mais
Refugio-me no teu canto…Ai!!! Que frio que é
Sem luz, sem calor, aqui não mora a alegria
Tens apenas a tristeza por companhia
Não de quero comigo, quero deixar-te
Quero voltar a ver o sol brilhar…sentir o seu calor
Olhar a magia da lua com as estrelas em redor
Voltar a ver as cores da natureza os chilrear dos pássaros
O burburinho das crianças, sua alegria contagiante
Quero deixar-te quero viver não o consigo sozinha
Peço-te abandona-me deixa que fuja de ti
Porque contigo sinto que morro lentamente
Quero viver, sorrir, amar, ser feliz
12-04-2006 Margarida Tanque-Muchia
Não sei se ele existe, ou se esta presente.
Sei que o sinto … algo inquieta-me.
Dentro do meu peito, mora um sentimento.
Sinto-o crescer quando virtualmente estás perto de mim.
Ao ler as tuas palavras, meu coração se inquieta.
Ao olhar tua foto, meus olhos ganham um brilho especial.
Meu peito dói, sim dói …pela ansiedade que sinto.
Esta ansiedade que me corrói… apagando do meu rosto o sorriso.
Não és real para mim, és virtual mas sei que existes
Algures num sítio que desconheço.
Sei que por aí adormeces e acordas
Tão longe de mim, tão distante do meu coração.
Conforta-me saber que partilho algo contigo
O sol e lua, brilham ambos para nós
Sinto ciúme, porque sei que a lua pode perseguir-te
Espreitar pela janela, beijar teu rosto adormecido
O sol esse…esse pode te aquecer e cair sobre a tua pele
Envolver teu corpo… seguir teus passos bronzear-te
E eu?...Sim eu sem nada te poder fazer, porque és virtual
Como poderei estar contigo?...como poderei acompanhar-te?
Não consigo sentir teu calor, nem tão pouco teu cheiro
Ai!... Como desejo ardentemente poder dormir e acordar contigo
Olhar teu rosto adormecido, beijar teus lábios suavemente
Tal como uma borboleta pousa suavemente numa flor
Meus lábios pousariam nos seus …. Que aveludado como são doces
Imagino…idealizo é tudo virtual
Contigo sonho, sonhar é permitido
No sonho sou feliz…na realidade nem um pouco
Este amor absorve-me o pensamento meu corpo minha alma
Ele é intenso sentido tudo um sonho actual
Quem sabe um dia…quiçá não passe para o real
Tudo é possível neste mundo virtual.
Margarida Tanque-Múchia 02/09/06
Sim!...Um vazio que faz doer meu peito.
Como pude acreditar novamente?
Deixei-me levar, sem dar por isso.
Será que amar é sempre assim?...
Dar tudo de mim, sem nada receber em troca.
Não saberei amar? Amar é coisa que se aprende?
Certamente nunca fui amada, como poderia ter aprendido…
Será que amo…penso que sim, certeza essa não tenho
Se amar é adormecer e acordar contigo no pensamento.
É dar muito de mim, sem nada receber em troca.
Olhar o mundo à minha volta
Ver a beleza do dia, sentir a magia da noite
Ter nos lábios um sorriso terno e doce
Um brilho no olhar sentir uma paz interior
Será que tudo isto sente quem ama…
Se assim for então estou amando
Como dói sentir que te estou perdendo
Sinto um aperto no peito que me sufoca
Os meus olhos não brilham mais
Meus lábios deixaram de sorrir
Já não vejo o mundo que me rodeia
Estou vazia tenho o coração ferido
Não quero nem posso acreditar que deixaste de me amar
Margarida Tanque-Muchia 18-04-2006
Não tanto tempo assim… sinto a sensação de ter sido a muito
Senti que ali estava uma grande mulher
Confesso que fiquei surpreso…
Estendeste-me a tua mão
E logo como se de um hímen se tratasse, minha mão colou-se na tua
Vagueava por um mundo, um pouco cinzento, sem rumo
Meu coração estava vazio, adormecido
Quando te vi, meu coração sobressaltou
No teu cabelo, cor de ouro tal como campos de trigo, amadurecido pelo calor do verão
Vi a luz do sol, todo o seu esplendor, em minha vida nasceu a luz
No verde dos teus olhos vi a cor…a cor da esperança cor de musgo serenado por onde correm
Teu sorriso terno, doce evolveu-me numa áurea mágica apagando minha tristeza
Teu corpo pequeno, teu jeito de menina traquina cativou-me dia a dia
A tua pele branca faz de ti a princesa dos meus sonhos
Teu perfume, uma doce brisa que passa, fechando os olhos absorvo-a suavemente
Precisávamos um do outro…estávamos perto, mas tão longe
Preciso de ti … e tu de mim, sei…sinto-o.
A vida para nós passou a ter outro sentido
Surgem gargalhadas espontâneas…
Olhares cúmplices…
Mãos que se procuram e enlaçam…
Beijos ternos demorados
Noites longas, desejo árduo de te ver, ter-te junto de mim
Tu és a minha lua, eu sou teu sol, vives dentro de mim
Estou apaixonado, sinto o palpitar do meu coração
Quero viver este nosso amor no calor da paixão
Margarida Tanque-Múchia 05-09-2006
Tu… homem dos meus sonhos
És o responsável pelos meus devaneios
Contigo esqueço que o mundo não gira só em volta de nós
Olho para ti e perco-me, deixo me levar pela luxúria
Teu olhar me inebria, meu corpo cede e se deixa envolver
A tua boca fascina-me, teus lábios bem delineados e carnudos provocam-me
Despertam em meu corpo o desejo intenso de amor, de prazer
Não sei porque me deixo levar…sei que apenas te sigo
Perante ti, perante teu olhar, não sei resistir, não sei dizer não
Teu olhar terno, teu sorriso doce, envolve meu todo
Parece que vivo só para ti, só tu existes, sinto-me envolta em magia
Nada do que me rodeia existe, tu absorves-me por completo
Meu corpo reclama tuas carícias, meu coração parece querer sair de meu peito
Minha pele se envolve de um calor intenso, meu corpo lascivo se inquieta
A tua tez morena, cor de mel adocica todo este meu desejo
Adoraria saboreá-la tal como de mel se tratasse levemente perfumada
Toda ela faz-me sentir o aroma quente inebriante do cravo e da canela
Meu pensamento se eleva, olho para ti mas o cenário é outro
Já estamos em nosso mundo de amor, apenas uma lareira acesa
No chão um simples tapete macio, de pelo sedoso, dois corpos desnudos e envoltos
Apenas por testemunha a chama da lareira que devora a lenha assim como o prazer devora
Apenas se ouve os estalidos da lenha a ser consumida pelo fogo assim como nós pelo fogo da
Estes se misturam entre os suspiros ofegantes e gemidos de prazer que pairam no ar.
Surgem palavras que não são mais que sussurros que saem por entre os lábios trémulos dos
Mas tu trazes-me a realidade com a tua ausência porque só eu sonho
Tu és o mágico do meu mundo de amor e como tal num ápice desapareces como se de um
Que um amor não pode ser vivido apenas com um apaixonado.
Margarida Tanque-Múchia 03-09-2006

















